BIO
MAIS QUE UMA DJ
Faço da pista um lugar de reencontro — com a música, com os outros, com a gente mesmo.
Curadora musical, produtora de eventos e facilitadora de encontros. Especialista em Design de Futuros, Economia Criativa e Colaborativa. Criadora da festa BAILINDIE.
Nos últimos anos brilhou em espaços como Cineclube Cortina, Sesc Av. Paulista, Cine Jóia e Edifício Martinelli. Tocou na concentração dos desfiles oficiais do bloco de rock Let’s Block e foi residente no clube Alberta #3.
Atualmente, além do BAILINDIE, é curadora no Espaço Cultural LAJE e DJ residente nas festas discoLAJE (junto com Tatá Aeroplano e DW Ribatski) e NAH! – Não Acredito em Horóscopo!
Mas, antes de tudo, é alguém que acredita na pista como lugar de encontro — de memória, de prazer, de quem a gente é de verdade.
É Dina. Mesmo.
Comecei tocando nos bares que eu mesma criei — espaços que representavam meu ideal musical. E, quando esses lugares deixaram de existir, criei o BAILINDIE para continuar tocando e, principalmente, para reconectar quem, como eu, tinha deixado de se reconhecer nas pistas. Acabei descobrindo que muita gente sentia falta das mesmas coisas: dançar e cantar junto, flertar organicamente e até fazer amizade por causa de uma camiseta de banda.
Pesquisa e Repertório
Muito além do indie — paixão que impulsionou minha carreira — meus sets têm origem e conexão direta com memórias afetivas. Das que vivi e das que ainda podemos criar juntos.
Sua pesquisa musical nasce no universo indie, especialmente no rock alternativo, mas não se limita a ele. O fio condutor é a busca por conexões que transformam referências em narrativa.

DJ de Rock
Rock é a base da pesquisa, que parte do indie (guitar bands, britpop, shoegaze) e alcança o classic, o garage e o punk.

Fusões criativas
Também pesquisa e explora a mistura entre gêneros diversos, como new wave, rap rock, ska, eletroclash, indietrônica e big beat.

Open Format
E quando a ocasião pede, passeia com naturalidade pela disco, soul, funk, dance pop e brasilidades, sem perder a identidade.
Por que contratar?
Num mercado ainda marcado por estereótipos de juventude, masculinidade e repetição, Dina se destaca por fazer da autenticidade sua força:

Curadoria com identidade afetiva
Entende de pista e de gente. Conecta sua história com a do público, despertando memórias afetivas.

Representatividade feminina e 40+
Mulher, DJ, quase 50. Representa e ativa um público fiel, criando contextos onde todo mundo se reconhece.

Presença que acolhe e conecta
Faz da pista um espaço de troca e cumplicidade, onde o público se sente visto, presente, à vontade.

Entrega genuína e memorável
Cada performance é dedicada a transformar o evento em uma experiência marcante, inesquecível.
Dina não apenas toca música.
Ela toca memória, afeto e desejo de pertencimento.
Sua presença inspira porque é real. Porque convida cada pessoa a se sentir à vontade sendo quem é — e dançar do seu próprio jeito.
Isso é mais do que um diferencial.
É o que transforma um evento em uma experiência viva.


